quinta-feira, 23 de abril de 2009

Putinha do ônibus


Ela está ali de novo, aquela putinha sem vergonha. Hoje está sozinha, novamente sem sutiã por baixo da camiseta da escola. Parece que ela gostou dessa idéia de ir pra escola sem sutiã, e é claro que ela sabe que da pra ver todo o formato redondo e durinho de seus peitos por baixo dessa camisetinha curta, apertada e branca. É claro que ela sabe, e é isso o que ela quer. Vagabunda de primeira essa menina, e parece não ter mais de 15 anos. É, ela deve ter a idade da Carol, minha filha. Poderiam estudar juntas. Se fossem amiguinhas de sala, essa putinha dormiria em casa e eu adoraria dar uma surra de pau duro nela.

_ É, eu ia dar a você, sua putinha, tudo o que você quer.

Digo baixinho, enquanto ela para na minha frente. É claro que ela ouviu. Está de saia hoje. Uma saia azul bem curta pra quem está indo pra escola. Ela me olha com cara de cadela no cio, sorri, começa a passar a mão na perna esquerda, a que está perto de mim. Acaricia e arranha devagarinho essa perna o caminho todo de sua casa até a escola, me olhando fixamente às vezes, com cara de quem quer dizer que sabe que eu estou louco pra acabar com ela e que ela adoraria que eu o fizesse. Essa é a primeira vez que essa menina, que eu gosto de chamar de "a putinha do ônibus", me provoca estando sozinha. Pego o mesmo ônibus com ela toda segunda a sexta de manhã, há uns 2 anos. Lembro-me da primeira vez que ela apareceu por aqui, vestida como uma garota de 12 ou 13 anos que vai à escola. Bermuda apertada e camiseta branca. Naquela época parecia inocente e pra ser sincero eu nunca tinha me atraído por garotas dessa idade. Mas ela tem um jeito tão sensual, tão sedutor que na mesma semana eu me pegava pensando nela, imaginando ela sem roupa enquanto batia minha punheta ocasional, nas noites em que minha mulher não queria abrir as pernas.

Essas noites estavam cada vez mais freqüentes, e cada vez mais eu deixava de fantasiar com minha própria mulher, com as gostosas do dia a dia ou as famosas das revistas masculinas e filmes pornô. Agora, pensava só na loirinha do ônibus nua... passei a imaginar como seria apertar aqueles seios durinhos e meter até arrombar aquela bucetinha visivelmente pequena. Imaginava ela no ônibus chupando meu pau, lábios vermelhos, eu gozava na cara dela e ela engolia tudo. Às vezes me contentava imaginando que ela poderia bater uma pra mim no ônibus mesmo, e só. Mas a verdade é que ela parecia sequer ter me notado e, enquanto não me notava as fantasias com ela pareciam algo normal.

Acontece que nos últimos meses ela começou a aparecer com um cara, às vezes. Um moleque um pouco mais velho, com quem ela trocava uns beijos no ônibus. Pouco a pouco ela começou a mudar. Usar roupas mais curtas, mais apertadas, blusinhas transparentes. Parecia uma cadelinha no cio a procura de qualquer um que quisesse enfiar. Quanto mais ela abusava com as roupas e com esse cara com quem ela trocava beijos e mordidas, menos controle eu tinha. As punhetas ocasionais passaram a ser diárias, freqüentes, com direito à intervalos um tanto longos no banheiro durante o trabalho. Só pensava em apertar aqueles seios, morder, arranhar, chupar. Esperava o dia todo pela manhã do outro dia, enquanto imaginava ela fazendo todo tipo de coisa comigo, mas o que eu mais gostava de pensar era naquela bucetinha, de quatro, sendo fodida sem dó. Passei a prestar atenção nas outras garotas dessa idade, inclusive minha filha. Mas em todas elas via a putinha lá do ônibus, era inevitável.

No dia em que ela entrou com aquele carinha no ônibus, pela primeira vez sem sutiã por baixo da blusa, e ele começou a apertar seus seios ali, descaradamente na minha frente, ela me olhava como se tivesse certeza de que eu a desejava mais que tudo. Naquele dia eles pareciam não se importar com as outras pessoas ao redor, pelo contrário, queriam que elas, inclusive e principalmente eu, participassem daquilo. Ele a beijava no pescoço e acariciava seu corpo por cima da roupa, dizia coisas ao seu ouvido. Ela me olhava e sorria, safadinha, carinha de puta louca pra dar. Meu pau estava duro, latejando, impossível controlar. Coloquei a mão por cima dele e fiquei acariciando, chegando quase a bater uma punheta ali mesmo, em frente dos dois. E parecia que era o que eles queriam porque ao perceber minha reação, mais aumentavam as safadezas publicas, ele colocou a mão na boceta dela, por cima da bermuda mesmo, e ficava dando apertãozinhos com os dedos, ela sorria e pedia pra ele parar com jeito de que a ultima coisa que ela realmente queria era que ele parasse.

Não consegui trabalhar direito, passei o dia todo pensando naquela putinha, naqueles seios redondos, naquela bucetinha pequena. Imaginava meu pau naquele cuzinho que devia ser bem apertado, metendo sem dó, até ela chorar pedindo pra eu parar da mesma forma sem vergonha que pedia pro garoto do ônibus tirar a mão da boceta dela. Fui pra casa mais cedo, peguei uma calcinha suja da minha filha, entrei no banheiro e bati uma naquela calcinha imaginando todo tipo de situação. Comer aquela menina no ônibus, na rua, no trabalho, em casa, dentro do carro. Fui surpreendido com Carol tentando abrir a porta do banheiro. Assustou-se, costumava ser a primeira a chegar em casa. Disse que era eu, que já sairia. Comecei a imaginar tudo o que poderia fazer com minha filha, sozinha em casa, naquele momento. Minha esposa demoraria pelo menos umas três horas pra chegar.

Saí do banheiro, fui até o quarto, ela estava se trocando com a porta semi-aberta. No momento vestia apenas uma calcinha branca enquanto procurava alguma coisa na gaveta. Abri a porta, ela se assustou, deu um gritinho e segurou os seios, tentando escondê-los. Nesse momento percebi o quanto minha filha tinha um corpo de matar. Bunda e seios grandes, durinhos, bocetinha pequena. Com certeza era virgem, e estava assustada ao me ver ali, como nunca poderia imaginar, nu, de pau duro, olhando pra ela com cara de quem poderia comê-la viva. Ela ficou imóvel, eu cheguei perto, encostei meu pau nas suas coxas e tirava sua calcinha com força, rasgando mesmo. Ela tentava se soltar, chorava assustada e perguntava o que eu estava fazendo. Eu já não pensava mais, nem um pouco, na putinha loira do ônibus. Tapei sua boca e disse no seu ouvido que ela podia fazer o barulho que quisesse, nossa chácara era distante o suficiente dos vizinhos. Foi então que ela se desesperou de vez. Continua no próximo conto com o relato da minha filha.

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